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Mercado de trabalho e educação

Inglês, mercado de trabalho e educação: três pilares indissociáveis

Inglês é a língua mais influente do mundo. Em número total de falantes, também é a número um. É a linguagem dos negócios, de multinacionais a pequenas empresas que atendem ao público. Brasileiros que a dominam têm mais oportunidade de emprego – dentro e fora do país – e recebem salários mais altos. O preparo para esse mundo de oportunidades começa na escola, tornando inglês, mercado de trabalho e educação três pilares indissociáveis.

Quer entender mais sobre o assunto? Então venha com a gente!

O que os números e fatos nos contam sobre inglês, mercado de trabalho e educação

Para que você possa entender a dinâmica entre inglês e mercado de trabalho, vamos analisar alguns dados. Conforme pesquisa da Catho – uma das maiores redes de procura de empregos do Brasil – 50% das vagas disponíveis no território nacional pedem o domínio do inglês. Contudo, em um país que possui apenas 3% de pessoas fluentes no idioma, evidentemente, a conta não fecha.

Quando a demanda por profissionais com essa qualificação é maior do que a oferta, isso se transforma em oportunidade. O domínio de um segundo idioma pode representar um salário até 52% maior, de acordo com a Catho. Há posições, inclusive, cujas funções não podem ser exercidas sem essa fluência, especialmente em empresas que lidam com transações internacionais.

Acontece que a nossa já baixa quantidade de profissionais fluentes em inglês também está na mira de empresas estrangeiras. Com o “boom” do home office impulsionado pela pandemia, os nossos talentos estão sendo recrutados por elas como nunca. Segundo pesquisa da empresa de recrutamento britânica PageGroup, o crescimento do número de profissionais brasileiros contratados pelo Reino Unido em 2021 aumentou 20% em comparação com o ano anterior.

O que esses fatos nos mostram? Que para as contas fecharem, e o país ter a quantidade de profissionais fluentes em inglês de que necessita, um fator da equação precisa ser potencializado: educação. É urgente que as escolas sejam capazes de formar alunos fluentes, que serão os profissionais de amanhã. Inglês, mercado de trabalho e educação são pilares indissociáveis para uma equação positiva.

Oportunidade para as escolas

Se as oportunidades se abrem para quem fala inglês – com mais chances de empregabilidade, de salário mais alto e de carreira internacional – elas também se abrem para as escolas que oferecem o ensino efetivo do idioma.

É claro que “ensino efetivo” é diferente de apenas ter a disciplina de Inglês na grade curricular. Isso é uma obrigatoriedade desde a sexta série do ensino fundamental até o final do ensino médio. Escolas que realmente querem ter um diferencial em meio a um cenário como esse precisam empregar estratégias eficientes para que o aluno saia do ensino básico com o resultado esperado: fluência no inglês.

Em geral, estudantes que desejam se tornar fluentes no idioma acabam precisando investir em cursinhos ou intercâmbios. Porém, se a instituição de ensino regular for capaz de dar ao aluno as condições para adquirir essa fluência, com certeza esse será um enorme diferencial competitivo.

Um fator como esse, por si só, já é capaz de alavancar o número de matrículas. Afinal, os pais querem um futuro promissor para os filhos, e se a escola tiver um diferencial como esse e souber trabalhá-lo bem em suas estratégias de marketing, deixará a concorrência para trás. Além de tudo, os pais saberão que não precisarão gastar com cursinhos de inglês e intercâmbios, o que é outra grande vantagem.

Estratégias para oferecer inglês com efetividade

Como já falamos, ter a disciplina de inglês na escola está longe de ser garantia de fluência para o aluno. Em instituições que oferecem o idioma apenas dessa forma, dificilmente o estudante sai fluente do ensino básico sem ter feito nenhum cursinho de inglês paralelamente. Então, o que mais a escola pode fazer?

Há algumas estratégias para isso:

Ensino Bilíngue

A maneira mais eficiente de dar as condições necessárias para que o aluno saia da escola fluente em inglês é adotar o ensino bilíngue.

Hoje é possível contar com um programa bilíngue com material didático inovador, alinhado com a BNCC e com uma equipe pedagógica qualificada. Assim, é possível garantir um ensino de excelência para a formação de verdadeiros cidadãos bilíngues.

Novas disciplinas lecionadas em inglês

Uma outra estratégia para trabalhar a fluência do inglês na escola é oferecer alguma disciplina extra – como programação, por exemplo – e ter as aulas dessa matéria ministradas em inglês. Dessa maneira, ao mesmo tempo em que o aluno aprende uma nova habilidade, ele também potencializa o aprendizado da língua inglesa de forma natural.

É o que acontece com os nossos alunos do programa To Hack.

Inglês no Novo Ensino Médio

Com o Novo Ensino Médio, a disciplina de inglês se torna obrigatória. Porém, como conversamos, apenas oferecê-la como uma matéria da grade curricular é pouco para a aquisição da fluência.

Com a reforma, também entram em cena os itinerários formativos, que devem ser escolhidos pelos estudantes de maneira alinhada com os projetos de vida deles. Um dos pilares do projeto de vida é justamente o profissional, ou seja, mercado de trabalho e educação precisam andar juntos.

Como falamos no primeiro tópico deste artigo, o inglês é uma necessidade do mercado de trabalho, e quem o domina terá muitas portas abertas, conforme os próprios números comprovam. Então, é essencial que os itinerários formativos, que precisam contemplar o pilar profissional do projeto de vida, sejam permeados pela língua inglesa.

Uma maneira de fazer isso é oferecer a parte de itinerários de forma bilíngue. Outra é incluir o inglês em aulas que contemplem alguns dos eixos estruturantes dos itinerários, como por exemplo o eixo empreendedorismo. O idioma também pode ser trabalhado mais profundamente no itinerário “Linguagens e suas tecnologias”.

Como colocar as estratégias em prática?

Mudar nem sempre é fácil, não é mesmo? Porém, a realidade fora das paredes da sala de aula está sempre mudando, especialmente no campo profissional, e a escola não pode ficar à margem disso. Mercado de trabalho e educação precisam andar em sintonia, e o inglês é parte da cola que mantém esses dois elementos unidos. Então, o empenho para colocar em prática as estratégias que você viu aqui é muito válido.

É claro que uma ajuda é sempre bem-vinda, não é mesmo? A sua escola não precisa fazer tudo sozinha. Quando há um projeto de melhoria para a instituição, mas é algo que foge da “expertise” dela, o ideal é buscar parcerias.

Para implementar tudo o que você viu aqui e conseguir oferecer um aprendizado consistente da língua inglesa, conte com o Edify! Com maturidade de mercado, o Edify está levando o ensino bilíngue pelos quatro cantos do país. Converse com um de nossos consultores e saiba mais!

Saiba como implementar um programa bilíngue na sua escola!

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Graziela Balardim

A autora é Jornalista, pós-graduada em Produção Multimídia e atua na ClipEscola como Conteudista de Marketing Digital.

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